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	<title>ChefRS &#187; Arroz e risotos</title>
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	<description>Gastronomia, receitas e história</description>
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		<title>Risotto Alla Milanese</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Jul 2009 16:26:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arroz e risotos]]></category>
		<category><![CDATA[açafrão]]></category>
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		<description><![CDATA[Dá para notar que gosto de risoto. Afinal, essa é o terceiro post relacionado com o assunto, porém o primeiro Risotto verdadeiro. Para mim, o Risotto Alla Milanese é um dos melhores da categoria e provavelmente um dos que leva menos ingredientes.
A história do Risotto Alla Milanese se confunde com a história do próprio Risotto. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dá para notar que gosto de risoto. Afinal, essa é o terceiro post relacionado com o assunto, porém o primeiro <em>Risotto</em> verdadeiro. Para mim, o Risotto Alla Milanese é um dos melhores da categoria e provavelmente um dos que leva menos ingredientes.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-445" title="Risotto Alla Milanese" src="http://www.chefrs.com.br/wp-content/uploads/2009/07/risotto_peq.png" alt="Risotto Alla Milanese" width="320" height="316" />A história do Risotto Alla Milanese se confunde com a história do próprio Risotto. Sua característica principal é a cor amarelada, obtida pela adição de açafrão à receita. A versão mais aceita da origem do prato é de que foi criado em 1574 por um jovem aprendiz de pintor que auxiliava na coloração dos vitrais da  magnífica <a href="http://it.wikipedia.org/wiki/Duomo_di_Milano" target="_blank">Duomo di Milano</a> (catedral de Milão em estilo gótico). Conta a lenda que  Valério de Flanders era chamado debochadamente de açafrão. Esse apelido surgiu porque Valério era conhecido por adicionar açafrão em praticamente todas as misturas de tintas. O argumento era de que o açafrão gerava uma cor de pigmento mais brilhoso.  Pois bem, tanto foi o uso da planta que um dia um de seus colegas disse para ele que ele acabaria colocando o açafrão até na comida.</p>
<p>Cansado de tanto deboche, Valério resolveu se vingar. No casamento de seu mestre, o aprendiz de pintor foi sorrateiramente na cozinha e, seguindo o conselho de seu colega, colocou o açafrão na panela do arroz. O tiro saiu pela culatra. Dizem que o arroz cor de ouro foi um sucesso e que a partir desse momento tornou-se um prato bastante popular na região.</p>
<p>Já comentei sobre o método de preparar risotos no post do <a href="http://www.chefrs.com.br/risoto-de-carreteiro/">Risoto de Carreteiro</a>. A origem do método é atribuída à aplicação da técnica de preparo de mingau no preparo do arroz. Existe até um prato veneziano de arroz que era feito com leite e açúcar que pode ter dado origem ao método, chamado de <em>Rixo in bona manera</em>. Essa receita aprece em um <em><a href="http://www.uni-giessen.de/gloning/tx/frati.htm" target="_blank">Libro di cucina del seculo XIV</a></em>. Esse livro, de autor veneziano desconhecido, apresenta diversas receitas interessantes da época, incluindo a &#8220;boa maneira&#8221; do preparo do arroz. Diz o livro, que esse seria o processo ideal para cozer arroz para 12 pessoas.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-446" title="Açafrão" src="http://www.chefrs.com.br/wp-content/uploads/2009/07/acafrao_peq.png" alt="Açafrão" width="320" height="348" />Resta falar um pouco do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Açafrão" target="_blank">açafrão</a> (<em><a href="http://it.wikipedia.org/wiki/Crocus_sativus" target="_blank">zafferano</a></em> em italiano e <em><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Saffron" target="_blank">saffron</a></em> em inglês). Primeiro esqueça aquele pó amarelado que tem para vender nos nossos supermercados. Aquilo não é o açafrão  verdadeiro (<em>zafferano vero</em>), mas o que alguns chamam de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Açafrão-da-terra" target="_blank">açafrão-da-terra ou curcuma</a>. O verdadeiro açafrão é constituído de fiapos (como na foto ao lado) que são os estigmas das flores de uma planta chamada Crocus sativus. Essa flor é comum na região do Mediterrâneo. É uma das especiarias mais caras do mundo, pois é necessário cerca de 20.000 flores para obter apenas 1 kilo de açafrão. Em alguns <em>freeshops</em> é possível comprar 1 grama de açafrão por cerca de 10 dólares, quantia que dá para preparar diversos risotos.</p>
<p>Chega de história e vamos à receita, também em formato <a href="http://www.chefrs.com.br/wp-content/uploads/2009/07/risoto_milanese.mp3">mp3</a> e <a href="http://www.chefrs.com.br/wp-content/uploads/2009/07/risotto_milanese.pdf">pdf</a>. O mais difícil é achar o ponto final do prato. Ele fica com aparência cremosa, como na foto do post, e cozido <em>al dente</em>.</p>
<p><em>Ingredientes</em></p>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 662px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;"><span style="white-space: pre;"> </span>60 gramas manteiga</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 662px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;"><span style="white-space: pre;"> </span>1 cebola, grande picada</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 662px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;"><span style="white-space: pre;"> </span>2 xícaras arroz Carnaroli</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 662px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;"><span style="white-space: pre;"> </span>1 copo vinho branco seco</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 662px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;"><span style="white-space: pre;"> </span>6 xícaras caldo de carne</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 662px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;"><span style="white-space: pre;"> </span>½ colher de chá açafrão</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 662px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;"><span style="white-space: pre;"> </span>50 gramas queijo tipo Grana</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 662px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;"><span style="white-space: pre;"> </span>1 colher de sopa azeite</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 662px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;"><span style="white-space: pre;"> </span>quanto basta sal</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 662px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;"><span style="white-space: pre;"> </span>quanto basta pimenta do reino</div>
<p><span style="white-space: pre;"> </span>60 gramas de manteiga<br />
<span style="white-space: pre;"> </span>1 cebola grande picada<br />
<span style="white-space: pre;"> </span>2 xícaras de arroz Carnaroli<br />
<span style="white-space: pre;"> </span>1 copo de vinho branco seco<br />
<span style="white-space: pre;"> </span>6 xícaras de caldo de carne<br />
½ colher de chá de açafrão<br />
50 gramas queijo tipo Grana ralado<br />
<span style="white-space: pre;"> </span>1 colher de sopa azeite<br />
<span style="white-space: pre;"> </span>quanto basta de sal<br />
<span style="white-space: pre;"> </span>quanto basta de pimenta do reino</p>
<div><em>Modo de Preparo</em></div>
<div><em><br />
</em></div>
<div>Em uma panela de risoto (cerca de 30 cm de diâmetro, mais larga do que alta) coloque o azeite e cerca de 10 gramas da manteiga. Quando derreter, refogue a cebola até murchar. Em seguida, dê uma fritada no arroz. Acrescente o vinho branco e vá mexendo até ele ser completamente absorvido pelo arroz. Aos poucos vá acrescentando o caldo de carne. É importante manter o caldo sempre quente e ir adicionando devagar: coloque uma ou duas conchas de caldo, espera secar e repita a operação, mexendo seguidamente. Cerca de 10 minutos após o início do cozimento adicione os fiapos de açafrão. Continue colocando o caldo até que acabe. Quando o arroz ficar cozido, regule o sal, acrescente a pimenta preta, a manteiga e o queijo. Misture para derreter a manteiga e sirva imediatamente.</div>
<div><em><br />
</em></div>
<div><em>Observações</em></div>
<div><em><br />
</em></div>
<div>
<ul>
<li>Se não encontrar arroz Carnaroli, pode substituir por Arbório;</li>
<li>O queijo tipo Grana também pode ser trocado por Parmesão, fazendo uma receita um pouco mais forte;</li>
<li>É importante ter o açafrão verdadeiro. Não fica tão gostoso com curcuma. O risoto fica amarelo, mas não tem o mesmo sabor;</li>
<li>Essa receita serve entre 3 e 4 pessoas.</li>
</ul>
</div>
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		<title>Arroz na Chapa</title>
		<link>http://www.chefrs.com.br/arroz-na-chapa/</link>
		<comments>http://www.chefrs.com.br/arroz-na-chapa/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2009 17:23:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arroz e risotos]]></category>
		<category><![CDATA[arroz]]></category>
		<category><![CDATA[carne]]></category>
		<category><![CDATA[chapa]]></category>
		<category><![CDATA[escoteiro]]></category>
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		<category><![CDATA[wok]]></category>

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		<description><![CDATA[O Arroz na Chapa é uma das muitas variações do Arroz de Carreteiro, assim como o Risoto de Carreteiro que apresentei na semana passada. Conheço esse prato desde meus tempos de escoteiro (lá se vão pelo menos 20 e poucos anos&#8230;). O Chefe Guerra fazia esse prato para vendermos em barraquinhas na semana da pátria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-327" title="Arroz na Chapa" src="http://www.chefrs.com.br/wp-content/uploads/2009/07/arroz_na_chapa_peq1.png" alt="Arroz na Chapa" width="320" height="251" />O Arroz na Chapa é uma das muitas variações do Arroz de Carreteiro, assim como o <a href="http://www.chefrs.com.br/risoto-de-carreteiro/">Risoto de Carreteiro</a> que apresentei na semana passada. Conheço esse prato desde meus tempos de escoteiro (lá se vão pelo menos 20 e poucos anos&#8230;). O Chefe Guerra fazia esse prato para vendermos em barraquinhas na semana da pátria (de 1º de setembro a 7 de setembro), angariando fundos para nosso grupo escoteiro. Não sei se a receita que apresento é a mesma que o Chefe Guerra fazia. Durante anos tenho comido (e feito) a receita do meu pai, derivada das experiências dele ajudando o Chefe nas empreitadas da semana da pátria.  Provavelmente a receita se transformou no passar dos anos&#8230;</p>
<p>O nome advém do fato do prato ser feito em uma chapa ou disco de ferro. Hoje em dia, por praticidade, costumo usar a panela Wok (mais sobre a panela no post do <a href="http://www.chefrs.com.br/frango-a-xadrez/">Frango a Xadrez</a>). Diferentemente do carreteiro tradicional, o arroz é cozido antes de maneira usual. O prato pode até ser preparado com sobras de arroz da refeição anterior.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-323" title="Prato de Arroz na Chapa" src="http://www.chefrs.com.br/wp-content/uploads/2009/07/prato_arroz_na_chapa_peq.png" alt="Prato de Arroz na Chapa" width="288" height="191" />O prato é muito saboroso. O cheirinho que o preparo gerava atraia vários clientes para a barraca do <a href="http://www.geiguassu.com.br/" target="_blank">Grupo Escoteiro Iguassu</a>. Apresento a receita abaixo, também em formato <a href="http://www.chefrs.com.br/wp-content/uploads/2009/07/arroz_na_chapa.pdf">pdf</a> ou <a href="http://www.chefrs.com.br/wp-content/uploads/2009/07/arroz_na_chapa.mp3">mp3</a>. O prato pode ser feito rapidamente, uma vez que todos os ingredientes estejam preparados e o arroz já pronto.</p>
<p>A receita abaixo serve bem de duas a três pessoas. Quando vou servir um grupo maior, costumo preparar várias vezes. Assim fica sempre quentinho e cabe na panela wok. Diz a lenda que a segunda leva sempre fica melhor que a primeira&#8230;</p>
<p><em>Ingredientes</em></p>
<p>1      xícara de arroz, preparado com antecedência<br />
400 gramas de guisado<br />
1     xícara de cebola, picada (aproximandamente 1 cebola média)<br />
1     dente de alho, bem picado<br />
½    xícara de pimentões, verde, vermelho e amerelo misturados<br />
1     xícara de tomate, picado (aproximadamente 1 tomate médio)<br />
1     xícara de passas de uva, aproximandamente 125 gramas<br />
½    xícara de tempero verde, salsa e cebolinha<br />
1     cálice de conhaque, aproximadamente 60 ml<br />
1     xícara de parmesão, ralado na hora (aproximadamente 50 gr)<br />
1     ovo, batido com o garfo<br />
1     colher de sopa de colorífico, também chamado de coloral ou vermelhão<br />
50   ml de molho inglês<br />
25   ml de vinagre<br />
50   ml de azeite<br />
2     colheres de sopa de manteiga<br />
quanto basta de sal<br />
quanto basta de pimenta</p>
<p><em>Modo de Preparo</em></p>
<p>Coloque as passas de uva de molho no conhaque. Reserve. Prepare em um copo uma mistura com molho inglês, metade do azeite, vinagre, sal e pimenta. Numa panela wok (ou em um disco/chapa de ferro) coloque metade do azeite e a manteiga para aquecer. Quando derreter a manteiga, acrescente a cebola e o alho. Frite bem. Em seguida coloque o guisado, o colorífico, a mistura previamente preparada, o tomate e os pimentões coloridos. Cozinhe até a carne ficar no ponto desejado. Coloque o conhaque com as passas de uva. Em seguida, adicione o arroz cozido. Misture bem para aquecer o arroz. Acrescente o ovo batido e dê uma leve cozinhada mexendo bem. Por fim, ponha o queijo ralado e o tempero verde. Essa porção serve bem de duas a três pessoas. Caso tenha mais convidados, repita o preparo.</p>
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		<title>Risoto de Carreteiro</title>
		<link>http://www.chefrs.com.br/risoto-de-carreteiro/</link>
		<comments>http://www.chefrs.com.br/risoto-de-carreteiro/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 13:49:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arroz e risotos]]></category>
		<category><![CDATA[arborio]]></category>
		<category><![CDATA[arroz]]></category>
		<category><![CDATA[carnaroli]]></category>
		<category><![CDATA[carne]]></category>
		<category><![CDATA[carreteiro]]></category>
		<category><![CDATA[Itália]]></category>
		<category><![CDATA[risoto]]></category>

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		<description><![CDATA[O Arroz-de-carreteiro é um prato típico aqui do Rio Grande do Sul. Reza a lenda que a receita era muito comum entre os carreteiros, vendedores ambulantes que percorriam a região em carretas tracionadas por bois. Os carreteiros aproveitavam a sobra do churrasco e a utilizavam no preparo de um arroz. Esse prato ainda é muito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Arroz-de-carreteiro é um prato típico aqui do Rio Grande do Sul. Reza a lenda que a receita era muito comum entre os carreteiros, vendedores ambulantes que percorriam a região em carretas tracionadas por bois. Os carreteiros aproveitavam a sobra do churrasco e a utilizavam no preparo de um arroz. Esse prato ainda é muito popular por aqui, inclusive usando as próprias sobras de churrasco ou ainda preparado com charque.<br />
<img class="alignleft size-medium wp-image-219" title="Risoto de Carreteiro" src="http://www.chefrs.com.br/wp-content/uploads/2009/06/risoto_de_carreteiro_peq-300x224.png" alt="Risoto de Carreteiro" width="300" height="224" /><br />
<spam>Mas a receita que apresento é diferente. Apesar de ter sido inspirada no tradicional prato gaúcho, ela pega emprestada o método de uma importante iguaria italiana: o <a href="http://it.wikipedia.org/wiki/Risotto" target="_blank">Risotto</a>, ou <em>risoto</em> como chamamos por aqui.</span></p>
<p>Segundo o livro <em><a href="http://books.google.com.br/books/p/senac?id=pdqxEM_R194C&amp;pg=PP1&amp;dq=renata+bottini&amp;hl=pt-br&amp;ie=ISO-8859-1" target="_blank">Arroz: histórias, variedades,receitas</a></em>, o risoto foi criado na idade média, época em que os mantimentos eram escassos e, por causa disso, se aproveitava a água do cozimento de carnes ou vegetais  para o arroz, dando assim um gosto variado. Com a evolução da gastronomia outros ingredientes foram acrescentados a essa mistura, como o açafrão, o funghi ou o limão.  Risotto significa pequeno arroz em italiano e é originário da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lombardia" target="_blank">Lombardia</a>, situada no norte da Itália. Mas essa é outra história, que fica para outra receita&#8230;</p>
<p>Para preparar o risoto tipicamente usa-se vinho branco e um arroz de grão grande e muito comprido, classificado como superfino, como as variedades <em><a href="http://www.grandiriso.com/riso-Arborio.asp" target="_blank">Arborio</a></em> ou <em><a href="http://it.wikipedia.org/wiki/Carnaroli" target="_blank">Carnaroli</a></em>.</p>
<p>Por questões regionais troquei o vinho por cachaça, mantendo o arroz Carnaroli. Outra presença constante que foi substituída foi o Parmesão, aqui trocado por Provolone.  Fora isso coloquei  alguns temperos como o molho de pimenta, o adobo, o molho inglês e a salsa. E é claro, antes que me esqueça, adicionei o componente principal do arroz-de-carreteiro: a carne. Mesmo assim substitui a tradicional sobra de churrasco por filé mignon.</p>
<p>Na receita mantive o método típico do risoto: fogo brando, panela destampada de fundo grosso, arroz superfino, água adicionada aos poucos e mexer constante. A receita está abaixo, também em formato <a href="http://www.chefrs.com.br/wp-content/uploads/2009/06/risoto_de_carreteiro.pdf">pdf</a> ou <a href="http://www.chefrs.com.br/wp-content/uploads/2009/06/risoto_de_carreteiro.mp3">mp3</a>.</p>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px;"><span style="letter-spacing: 0.0px;"> </span></p>
<p><em>Ingredientes</em></p>
<p>1,2 kg de filé mignon, cortado em quadrados<br />
2 xícaras de arroz Carnaroli<br />
2 cebolas, média<br />
½ xícara de cachaça<br />
6 xícaras de caldo de carne<br />
2 colheres de sopa de azeite<br />
2 colheres de sopa de molho inglês<br />
2 colheres de sopa de adobo<br />
50 gr de manteiga<br />
100 gr de queijo Provolone<br />
quanto basta de molho de pimenta<br />
quanto basta de sal<br />
quanto basta de salsa</p>
<p><em>Modo de Preparo</em></p>
<p>Tempere a carne com o adobo, o molho de pimenta e o molho inglês. Aqueça uma panela de ferro. Em fogo brando, refogue a cebola no azeite. Quando a cebola estiver murcha, adicione a carne e deixe fritar até ficar com a aparência externa de cozida. Adicione o arroz Carnaroli e deixe fritar um pouco. Ponha a cachaça e deixe secar. Aos poucos vá acrescentando o caldo de carne. O processo consiste em adicionar o caldo aos poucos, uma concha por vez, e deixar ser completamente absorvido. Quando isso acontecer adicione mais caldo e vá repetindo o processo. Durante o cozimento do arroz é  necessário estar sempre mexendo e manter a panela destampada. Outra observação importante é manter o caldo de carne sempre quente. Após a última concha de caldo de carne começar a reduzir, o arroz irá ficar cozido &#8220;al dente&#8221; e o risoto com aparência de um creme. Regule então o sal e misture a manteiga até que derreta. Quando derreter, retire a panela do fogo, cubra com o queijo provolone e com a salsa. Sirva assim que o queijo derreter. Esse prato deve ser consumido tão logo fique pronto.</p>
<p><em>Observações</em></p>
<ul>
<li>se não tiver o caldo de carne feito em casa, pode-se utilizar o caldo de carne em pó ou em tablete diluído em água. Nesse caso a proporção é de um caldo de carne para cada duas xícara de água. Observe que o<img class="alignright size-medium wp-image-221" title="Prato de Risoto de Carreteiro" src="http://www.chefrs.com.br/wp-content/uploads/2009/06/prato_risoto_carreteiro_peq-300x224.png" alt="Prato de Risoto de Carreteiro" width="300" height="224" /> caldo de carne geralmente contém sal e isso implicará em uma quantidade de sal adicional bem menor;</li>
<li>se não encontrar arroz Carnaroli no supermercado, pode substituir pela variedade Arborio. Não use arroz branco tipo comum, não fica igual. O arroz superfino absorve mais água e não fica tão mole, mantendo a consistência <em>al dente</em>;</li>
<li>o ponto final do prato é a parte mais difícil de acertar. O arroz tem de ficar <em>al dente</em>, não podendo cozinhar demais. Além disso, é importante que exista uma boa cremosidade no risoto;</li>
<li>esse prato não fica bom requentado. Deve ser consumido assim que for finalizado. Portanto, acerte bem a quantia para o número de pessoas. A receita apresentada é para 4 pessoas. Geralmente para cada pessoa (de bom apetite) adicione 1/2 xícara de arroz, 1,5 xícaras de água e cerca de 300 gramas de carne.</li>
</ul>
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